ADRIANO D'AGUIAR DESIGN
Adri trabalha no Grupo Sal antes mesmo de ele ser um grupo. Entrou como estagiário e hoje é sócio da Brabo, o braço digital do Sal.
Adri trabalha no Grupo Sal antes mesmo de ele ser um grupo. Entrou como estagiário e hoje é sócio da Brabo, o braço digital do Sal.
A paulistana Anita herdou do pai a mania de carregar a câmera fotógrafica pra todo lado. Foi eleita uma das artistas revelação pela Fotosite, em 2007. Quando veio trabalhar no Rio, conheceu sua cara metade, o também artista, Leo Uzai, mais conhecido aqui na casa como Leozinho. Juntos, eles criaram fotos e desenhos pra nossa Saladah.
Fotógrafo prossisional, trabalhou para todos os veículos de surfe brasileiros. Correu o mundo fotografando ondas e surfistas, e foi pousar em Florianópolis no final dos anos 90. Com Marcelus, Bomba, Julio, Pepê e Guilherme, criou, imprimiu e distribuiu o jornal Wet Paper, em 1996, primeira semente desta Saladah.
André Côrtes é artista plástico, ilustrador e professor da PUC-Rio. Mestre das aquarelas, sua arte mistura infância, surfe, espiritualidade e capoeira. Sempre com um sorriso no rosto, tem tudo para se tornar o próximo mestre Yoda dos amigos.
BR, além de ilustrador, designer, artista plástico e grafiteiro, é carioca de Ipanema. Um dos cabeças da FBC – grupo de grafiteiros responsável pelo boom do grafite no Rio, virou grife, emprestando sua arte para campanhas publicitárias. Se você tem uma marca ou produto e quer vender um bocado, entre na fila e fale com o BR.
O Tessari tem história e tem estilo. Nasceu com um boné pregado na cabeça, criou a coreografia mais original da night do Rio, e ainda filma e edita os vídeos de surfe mais bolados do Grupo Sal.
Passa os dias desenhando e ouvindo boa música entre tintas, canetas e aquarelas. De vez em quando, larga tudo na prancheta e corre pra salgar as sobrancelhas no mar e temperar sua arte orgânica com alto astral.
Cinegrafista profissional, o carioca Daniel embarcou com a gente para a África no início do ano e trouxe dúzias e dúzias de imagens e fotos como a que vimos aqui. Ainda de Harley, portando uma Lomo, sempre atrás daquele instante decisivo no cotidiano.
Estudou design na PUC e se pós-graduou em Fotografia, Imagem e Memória na UCAM. Se dedica a registrar a musa das praias cariocas com seus filmes vencidos e polaroids. Vive feliz na República Livre de Ipanema.
Fotografou boa parte do que aconteceu nas praias, na música e na moda brasileira dos anos 80 e 90. No ritmo de uma locomotiva descarrilhada, inventou revistas, livros, catálogos, exposições, videoclipes e capas de discos. Agora, anda inventando documentários pra contar novas histórias.
Minduim é felicidade pura. Vive a vida no Leblon e viaja a trabalho sempre que pode.
É fotógrafo, designer e, acima de tudo, amigo dos amigos. Além de colaborar com as
principais revistas de surfe do Brasil, é sócio da empresa de design e internet Blackkat.
O jardim- botaniquense Felipe chegou no Grupo Sal há um ano, mas parece que passou uma vida aqui. Fala e trabalha sem parar, gosta de música, arte, cerveja e queijo. Aos 21 anos, bebe como gente grande, só anda de ônibus e tá sempre reclamando que não tem dinheiro. Mas, como mora na Zona Sul, ainda tem que ouvir que é playboy.
Gabriel é designer, ilustrador, morador de Ipanema, com o coração no Jardim Botânico. Tem muitas canetas, um moleskine gigante e uma namorada que ele ama muito. Recentemente largou o vício no Marlborão e agora passa o tempo andando por aí com suas câmeras debaixo do braço.
Guilhermão fez 50 anos, é marido da Anita, pai da Paula, do João Pedro, do Fred, da Pipoca e da Bina. Não troca sua motocicleta por nenhum outro veículo do planeta, e sempre que pode, viaja com ela; adora cozinhar para os amigos, andar de skate longboard com os filhos e um surfezinho nas marolas.
Guga tem pouca idade e muito talento. São 25 anos de Rio de Janeiro, precisamente. Artista plástico e ilustrador, também acumula anos de voo com uma lata na mão em frente a muros, hidrantes e fradinhos espalhados pela cidade, e com uma prancha embaixo do pé.
Enquanto todo mundo fica se perguntando se o mar tem 8, 10 ou 12 pés, para o Camarão tá sempre um metrão e meio servido. Local de Itacoatiara, Gustavo tá mais do que acostumado com ondas grandes e buraco. Quando não está dentro delas, está com uma câmera na mão.
Um dos diretores de fotografia mais requisitados do Brasil, o surfista e andarilho Gustavo Hadba gosta mesmo é de uma boa caminhada ao lado da filha. Do Leblon ao Arpoador. Ida e volta.
O potiguar Henrique trabalha com filmes 35mm. Participou de exposições coletivas e projeções de trabalhos no Rio em São Paulo, Curitiba e Paraty. É membro fundador do grupo O Estendal, que leva a arte fotográfica para locais públicos abertos desde 2010.
Jair Bortoleto é artista amador, como nos ensinou o Aurélio: "Aquele que faz por amor".
Trabalhando sem parar, Jair já criou e produziu livros, exposições, turnês, pranchas e blogs. Mais dia, menos dia, alguma empresa do mercado de surfe vai enxergar que é uma boa apoiar e patrocinar os projetos dele.
Recebendo amigos de todos os cantos do mundo, direto de Ipanema, os pais do Rafa sabem tudo de fotografia.
Seja com câmeras analógicas, digitais ou mesmo com o iPhone, o resultado do trabalho deles é sempre surpreendente.
Normalmente, João filma e Maud edita.
É artista de papel e After Effects, quebra na guitarra com Led Zeppelin ou Guns N' Roses e é um dos fundadores da Brabo. Lá ele passa dias e noites entre vinhetas, sites e amigos.
Surfista profissional e fotógrafo amador, Junior já tem um ganha-pão garantido quando resolver pendurar a cordinha. Uma semana antes do fechamento da revista, Junior fez um estrago no campeonato Prime de Trestles, Califórnia, só parando nas quartas de final.
O Instituto Cultural Julio Adler é o principal centro de pesquisa e geração de conteúdo sobre surfe no Brasil. De uns tempos pra cá, o Julin tem desfilado todo seu conhecimento e humor nos comentários dos principais campeonatos de surfe do mundo. Sorte nossa.
Atravessou a Baía de Guanabara para morar em uma casa mágica, a 5 minutos do Grupo Sal. Cidadão do mundo, diretor de clipes e gente boa por vocação, Kayhan queria dançar igual ao James Brown, tocar guitarra como o Jimi Hendrix, jogar basquete igual ao Michael Jordan e pintar igual ao Basquiat.
Nhozias é um monstro.
Um monstro muito gente boa.
Esse monstro desenha sem parar,
come junk food e tira um bocado de tubo em Ipanema. Devora telas, muros e paredes, e sempre acorda de mau humor.
Jornalista, surfista e fotógrafo, o "Paçoca" tem um ritmo e um olhar diferentes para
as coisas. Na foto da laje do Sheraton, todo mundo perguntou como ele conseguiu aquele ângulo. Com toda calma do mundo, ele respondeu: "Ué, lá perto de casa".
Jornalista, marido e pai, o carioca Luciano vive em Florianópolis desde 2002. Desde que resolveu que o surfe é o seu caminho, muitas portas se abriram e ele até produziu um documentário sobre a cultura do surfe em Floripa: Pegadas Salgadas. Também trabalha com assessoria de imprensa e escreve para publicações especializadas.
Divide seu trabalho em: rua e não rua.
Algo entre o estúdio, a galeria e as ruas.
Passa dias criando bonecos, personagens, letras e cores.
Se viciou em design gráfico, papel e tintas com o Wet Paper, jornaleco de surfe que editou com os amigos nos anos 90. Achou que tava sobrando um tempinho entre os 72 jobs, 42 reuniões e 38 vídeos que faz por mês e, com esta Saladah, colocou todo mundo do Grupo Sal para trabalhar ainda mais.
Além de criar o Grupo Sal e cuidar muito bem do nosso dinheiro, Marcinho inventou que fotografia também era o seu negócio. Estudou muito, devorou livros e câmeras, exercitou o olhar em tudo que foi canto e objeto. O resultado não podia ser outro: belezuras de fotografias.
Fotógrafo carioca e pai da Luisa. Sempre que pode, foge para a praia mais próxima, pra colocar o surfe em dia. Quando não pode, fotografa catálogos, retrata artistas e anônimos, e coloca tudo em revistas como Vogue, Vizoo, Trip e TPM. Mas, se a Luisa exigir, ele para tudo e vai construir castelos de areia na praia.
Maria da Graça Chermont de Britto produziu centenas de filmes e campanhas publicitárias antes de descobrir a fotografia. Agora passa dias e noites criando imagens com sua câmera digital.
Fotógrafo da extinta Brasil Surf, Múcio Scorzelli registrou o crescimento e cultura de praia dos anos 70 pelo lado de dentro. Curtiu as ondas, as gatas e as festas do pier; não se cansou de atravessar a balsa para surfar ondas grandes em uma Saquarema ainda bucólica. Viajou o Brasil de fusca.
Na época em que os surfistas não usavam cordinhas nem roupas de borracha, shapeavam suas próprias pranchas e viajavam de fusca para descobrir ondas e praias, Otávio foi rei. Dominou festivais nacionais de surfe dos anos 70 com o mesmo estilo e carisma que dominou as ondas e garotas do pier. Contiua caminhando sobre as águas a bordo do seu pranchão.
Vulgo Zeh Pretim. Curte disaigne, moution, uébe e acha que pode ser dêjota algum dia. Tenta ser surfista, foi campeão de bodyboarding, pegou um tubão em Teahupoo, tá tentando pegar a faixa roxa, mas hoje em dia gosta mesmo é de dar boas risadas com um copo de cerveja na mão.
Pepê, menos conhecido por Pedro Cezar, gosta de carboidratos, sonha em posar nu para uma revista de conteúdo e acredita que a vida é uma jornada que só vale a pena se o taxímetro estiver ligado.
Pedro acabou de entrar no Mar para escrever e chegou cheio de ideias e imagens. Participou das Saladah Sessions com entusiasmo de calouro. E já estreia com página inteira.
Artista gráfico, designer, surfista e músico, Peu é talendo puro. Seja dentro d'água, tocando bateria ou virando uma noite trabalhando, tá sempre de bem com a vida, distribuindo sorrisos e abraços. Bom é que ele tá sempre por perto.
Diretor de uma dúzia de filmes de surfe,
Mellin agora faz de tudo pra viajar com
a sua Beta e a princesa Alix. Diz-se pelos
corredores do Grupo Sal que o criador e diretor do programa Nalu pelo Mundo está trabalhando em uma nova versão chamada Mellin pelo Mundo.
Carioca da gema, pai de família, marido de longa data, pioneiro, empreendedor, comu- nicador, inventor e surfista, Ricardo Bocão é um clássico brasileiro.
Rick veio trabalhar com a gente seguindo a trilha aberta pelo irmão Adriano. É muito tranquilo, extremamente metódico e um tremendo editor. Gosta de inventar histórias com a cabeça e, claro, com a câmera.
Sergio Leandro viveu os anos 70 com
a entrega e intensidade que a década pedia. Bom surfista, bom fotógrafo e boa praça, decolou para uma carreira internacional como operador de câmera em longa-metragens aqui e lá fora. Ainda encontra tempo para continuar surfando e aproveitar o lugar que mais gosta: a praia.
Stephan nasceu em Berlim, na Alemanha. Passou os últimos anos na Califórnia, fotografando a cultura do skate e do snowboard para diferentes marcas alemãs e americanas.
Designer gráfico por necessidade
e artista por insistência. Tem seus trabalhos espalhados em alguns zines e camisetas,
e alimenta esse plano maluco de viver
de arte assim que terminar a faculdade.